"A memória organiza-se por caminhos.
Conhecemos as veredas do cérebro que temos de percorrer e nos conduzem às gavetas onde armazenamos imagens, odores, palavras, nomes, emoções, a inocência, pedacinhos do nosso eu e que sempre reabrimos para darmos valor ao passado, ou vida a pessoas que nos ensinaram a percorrer esses caminhos como borboleta a bailar em contraluz..."
Rui Vieira, Quase pescador
Excerto de texto retirado do Jornal de Letras, Artes e Ideias, 2016, n.1197, 8
"Quase pescador", Rui Vieira