Por vezes acordamos de um leve dormir em que as ondas do sono se entregam à noite breve...
mal o sol pousa nas neblinas ao fundo no horizonte, já o corpo tacteia a vertigem da manhã...
A rua rompe num desabafo de vento com o sol a testemunhar o cabelo, o sorriso e o corpo num desalinho...
E hoje foi mais um dia... amanhã será menos um, dois e mais dias, de tanto os querer parar no tempo.
Encosto-me aos murmúrios que estão para lá dos carris, dos pássaros pousados nas árvores e das vozes das pessoas que passam... e revigoro-me nos dias que o tempo me oferece.
reedição
Querida Andy, que o tempo te ofereça muitos e muitos dias!
ResponderEliminarUm abraço!
Querida maria eduarda, o tempo e os seus segredos…
Eliminaroutro abraço grande!
o tempo e o estremecimento até à raiz do braço - porque há um tempo que não evitamos e um que nos surpreende.
ResponderEliminarbeijo grande, querida andy!
que haja tempo para lá daquele que conta o relógio… :-)
Eliminarbeijinho, querido amigo!