começa a noite a abafar profundamente todas as coisas, é quase possível imaginá-la discreta mas eficaz, chegar como fumo azul negro devagar até aos lugares mais frágeis, arestas, caminhos, silêncios e por fim as estrelas a serenar qualquer dúvida. Acender uma vela diante da escuridão e ser sombra que finge dançar nas paredes ocas, pó de luz, sopro... ser lua redonda, tempestade, maré, brisa amarga e doce. Ser apenas, noite.
o adormecimento das estrelas não é a certeza do fim da noite... e como nós precisamos de sentir que o tempo é muito mais do que uma viagem contra alguma coisa...
ResponderEliminarbeijinho grande, querida amiga!
o tempo, o aqui e agora e o tanto mais que dele se dilui em estrelas, nas mãos de quem toca o infinito…
Eliminarbeijo grande, querido amigo!