entardecer vezes sem conta, estender os braços no parapeito da janela. Perder-se no ar denso, quente e quase possível de tocar... A árvore da rua e o silêncio. A palavra azul pelos muros das redondezas. Não pensar. Fechar a janela. Trocar tudo por um filme que passe à hora certa. Um cinzeiro vazio sem importância. A música prolonga-se pelas paredes, regresso depois do intervalo sem filme...
ser tantas coisas e quase nenhumas neste intervalo ainda mudo como se a arte fosse para ser vivida e jamais dita... e as palavras que são, elas mesmas, tanta luz e caminho...
ResponderEliminarbeijinho grande, querida andy!
o tanto que não se consegue dizer... solta-se num suspiro de tudo e nada...
Eliminarbeijo grande, amigo!