O sono e as palavras soltas sem sentido, apenas um gesto, um
contorno, uma sombra... um rasgo de luz, um segundo e de novo a sensação de
embriaguez que a noite teima em lembrar como num segredo. A música salva-me uma
e outra vez...
somos, assim mesmo, claves melódicas estendidas nesse sol de têmpora fina sobre a delicadeza da voz a colecionar silêncios... mesmo quando tudo o mais parece ensurdecer...
admirável a arte poética explicando-se a si mesma...
"claves melódicas estendidas nesse sol de têmpora fina sobre a delicadeza da voz a colecionar silêncios... mesmo quando tudo o mais parece ensurdecer…" lindo! beijinho, querido amigo!
somos, assim mesmo, claves melódicas estendidas nesse sol de têmpora fina sobre a delicadeza da voz a colecionar silêncios... mesmo quando tudo o mais parece ensurdecer...
ResponderEliminaradmirável a arte poética explicando-se a si mesma...
beijinho, querida amiga!
"claves melódicas estendidas nesse sol de têmpora fina sobre a delicadeza da voz a colecionar silêncios... mesmo quando tudo o mais parece ensurdecer…"
Eliminarlindo!
beijinho, querido amigo!
Andy:
ResponderEliminara noite, o tempo, a música,
variantes duma única realidade,
a vida
vivida;
palavras
de um suculento poema
que enche a alma!
Grande beijinho
mto obrigada, querido Petrus!
Eliminarpelas palavras presença.
beijinho grande!