Não me
perguntem... hoje escrevi os mesmos desabafos de sempre, as mesmas linhas
tortas, as letras desiguais e tudo a rebentar de esperança, fúria, desalento,
um fogo na mão que o peito não aguenta... quase oração a um deus maior, assim
como todas as manhãs ainda de céu escuro, diante das estrelas me rendo e me
curvo por um caminho e uma luz que me salve.
Trago no peito
este outono que sonha primaveras... frescura, perfume, pétalas na saia
que rodo e enrolo entre os dedos como embaraços de vida.
E tudo isto me dói e com isto, as árvores nuas e
o frio... o frio.
O frio aquecido com as palavras com desalento e a música de celebração desta vida...
ResponderEliminarLindo. Bj
Querido Miguel, sempre um alento a tua presença.
EliminarObrigada!!!
um beijinho grande
Beijinho Lua :)
ResponderEliminarblue! bom rever-te por aqui.
Eliminarbeijinhos!!!
Andy:
ResponderEliminara palavra literária
guia-nos
durante a travessia
do frio inverno.
E a música
dá sentido
às dissonâncias
e à vida
dura.
Beijos!
encontrei esta frase que ilustra um pouco as tuas palavras,
Eliminar"E do que precisamos?
Anote aí, é pouca coisa: silêncio, arte e amor."
Martha Medeiros
beijo, querido Petrus!
o frio teima sempre em não se ir
ResponderEliminare nós vamos ficando, ficando
beijinho
Laura, saudades!
Eliminarbeijinho
o frio a desafiar o veludo da garganta, mas a voz, essa, veste sentires e inaugura estadas cristalinas - sempre, seja qual for a estação.
ResponderEliminarbeijinho, andy, querida amiga!
amigo, sempre veludo, as tuas palavras.
Eliminarbeijinho grande!
Há sempre uma luz que nos salva.
ResponderEliminarAdoro os seus textos.
Parabéns pelo talento.
Beijinhos
Querida Inês, obrigada pela tua presença.
Eliminarum raio de luz as tuas palavras.
Beijos!