Tento permanecer de olhar calmo, escrever a palavra calma acima de todas as coisas e respirar dessa substância que enternece mas há sempre os ponteiros do relógio e o meu tempo, as tempestades e as folhas que se rasgam jamais sabendo unir... sei que abri portas e perdi chaves, sei que desiludi e não agarrei a hora em que o sol nasce para lá do olhar. Expliquei mal a timidez e só me resta murmurar com voz de algodão, mergulhar em mares serenos onde as ondas se desmancham como flores de espuma no areal.
Desenhar passos na areia e dançar com algas nas mãos a canção do mar sereno a esconder tempestades.
Muito muito bonito, Andy!
ResponderEliminarFico sem palavras!
beijo.
alguém diz, do outro lado da voz: há uma sempre alvorada a pingar em cada morrer do dia...
ResponderEliminarbeijinho, andy!
das tempestades nascem os castelos de areia
ResponderEliminarbeijinho