um sopro fresco e doce de uma janela de sol
entro com esperança de não morrer de novo
(não disfarces)
entro - ainda não oiço o coração
o horizonte anoitecido é sempre esperança
fecho os olhos doridos de tanto ver
e escondo-me numa chávena de chá
à beira de um dia de sol
maravilha de texto! tem aquele tom avermelhado dos fins de tarde no outono, só ali onde o calor de uma bebida quente procura confortar o sol de pés frios.
ResponderEliminarbeijos, querida andy!
matar a sede que não sabe adormecer numa bebida quente de emoções...
Eliminarbeijinho, amigo!