4.7.13

refugio

Na varanda de uma rua onde as árvores se soltam leves na noite, uma tempestade a murmurar no peito e em todas as coisas... a música cresce como afagos que acariciam a pele, o bater do piano e cada melodia desprendem-se como pássaros nocturnos que não encontram primavera onde morar...

4 comentários:

  1. em cada peito, as notas pianíssimas da orquestra ali ao lado do tufão da inquietude. por isso o homem aprendeu a cantar a não pertença, a estranheza e a ausência; teve de lhe dar um nome, chamou-lhe poesia.

    tão bonita esta imagem dos pássaros em revoada perdia à procura da primavera, andy!

    beijinho meu!

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    1. melodia as tuas palavras...belíssimo o teu sentir.

      beijinho enorme, querido amigo!

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  2. Tinha-me esquecido que escreves tão bem!
    Bjs

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