25.1.13

frio

os relógios já se riem das insónias que nascem à hora marcada dos pensamentos. Não é tão doce assim imaginar flores de inverno e mantos brancos a adormecer pesados a cada lágrima de céu. Sentir o corpo pequeno colado ao frio que o vento segredou em cada poro de pele. Levar as mãos aos bolsos vazios e sentir o mesmo vento correndo os labirintos dos gestos.

10 comentários:

  1. Tentamos nos aquecer
    reviramos na cama
    fugimos do vento
    até a manhã vencer.

    Abraço.

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    1. a promessa aconchegante de um novo dia...

      obrigada Felipe,
      abraço e beijinho.

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    1. muito obrigada, Hugo.

      e uma optima semana para ti!
      beijinho.

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  3. No entanto, há sempre um sol prometido que virá para aquecer. E aquece sempre!!

    Um beijinho

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    1. e esperamos por ele, de poros abertos, sempre!!

      um grande beijinho, amiga.

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  4. o vento a correr os labirintos dos gestos, enquanto a insónia ensina os lugares do corpo e da escrita.

    bonito, andy!

    beijos!

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    1. a insónia e as suas badaladas-mistério...

      muito obrigada, amigo.
      abraço!

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  5. os relógios gozam de nós
    só quem sabe e percebe que o tempo é relativo retribui a gargalhada

    beijinho Menina-da-Lua

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    1. tens razão Laura, retribuir um sorriso sobretudo por existir, seja lá em que tempo for...

      beijinho, querida Laura :-)!

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