de tarde, bem rente à hora em que o sol torna sempre mais verde a árvore que espreita a janela. Tão verde de um verde inocente e perfumado. Nessa hora em que o tempo parece ficar quieto e os ponteiros do relógio parecem murmúrios de vozes apagadas, aconchego-me na música, e escondo-me por trás de uma caneta. Mas há letras que não se moldam pois as palavras nem sempre cabem na tempestade de um som... o som do pensamento.
às vezes gostava de não pensar, embaraço-me sempre em palavras, fico feito novelo, emaranhado
ResponderEliminarbeijinho
tal e qual como descreves, Laura!
Eliminarum grande beijinho