hoje acordo com o cansaço a toldar os meus passos
são dias e dias agarrados aos tornozelos magros
e o chão a testemunhar...
mas há a brancura dos dias,
há pianos que tocam,
céu que brilha
e sorrisos-poema na janela que se abre todas as manhãs.
E haverá sempre, querida amiga. Haverá sempre um chão a testemunhar o nascimento e a morte da esperança. As noites quase sempre são negras, mas os dias terão sempre essa brancura de que falas.
Andy,
ResponderEliminar... enquanto houver um piano que toca,
jamais o cansaço anuviará
a vida!
grande beijinho
que haja sempre corpo-alma para sentir o que mais importante gira à nossa volta...
Eliminargrande beijinho, Petrus!
ainda que perdida há sempre alguma coisa...
ResponderEliminar[o desespero temperado com esperança]
beijinho
há sempre um encontro com laivos de esperança...
Eliminarbeijinho grande, querida Laura!
E haverá sempre, querida amiga. Haverá sempre um chão a testemunhar o nascimento e a morte da esperança. As noites quase sempre são negras, mas os dias terão sempre essa brancura de que falas.
ResponderEliminarUm beijo
os nossos dias que brilham, e a noite que habita em nós...
Eliminaros opostos que se unem.
beijo grande, Maria João!
Que lindo... que sorriso largo!
ResponderEliminarBeijinhos,
obrigada, mfc! :-)
Eliminarbeijinho
é mesmo com cansaço há sempre um amanhã à nossa espera
ResponderEliminarbeijo
e a vida espera-nos...
Eliminar:-)
beijinho, querida Laura!
hoje, a imobilidade marca-me os passos. guardo as tuas palavras na algibeira acreditando no alvorada de amanhã.
ResponderEliminarbeijinho!
acreditar sempre, querido amigo! :-)
Eliminarbeijinho!