Ao entardecer já não conto as folhas do chá, soletro
em silêncio o sabor da água dilatando o corpo.
Mas a cada doce que aflora os lábios, viajo àquelas tardes
em que nos sentávamos nas pedras do teu quintal,
saboreando canas de açúcar
até o suco dos dias nos ficar para sempre na memória.
Uma escrita revivalista e saudosista que nos transporta contigo a esses momentos que tanta saudade te trazem!
ResponderEliminarbeijinhos,
as tais memórias de que somos feitos...
Eliminarbeijinho, mfc! :-)
Entre uma folha de chá e um suco doce, a memória guarda tanto de precioso... O que faríamos sem ela? Onde nos esconderíamos quando temos medo?
ResponderEliminarSaudades, Andy!!
Beijinho grande
"onde nos esconderíamos quando temos medo?" tão bela e verdade esta associação que fazes das nossas memórias como um porto de abrigo sólido, com traços de uma viagem à nossa criança interior...
Eliminarquantas saudades, amiga!
o teu livro "do doutro lado do espelho" continua cheio de brilho! :-)
beijinho enorme!
palavras escritas pela memória em tons de entardecer. sinto-as mais do que as leio, porque nelas há aromas, formas, texturas, sons e coração. sobretudo coração.
ResponderEliminarbeijos, amiga!
a rota inevitável das memórias...
Eliminarbeijo, querido amigo!