7.6.12

azul

repara como a manhã acordou suave por entre as árvores que se agitam levemente. A janela tremeu com o sol tímido, e os cotovelos não pousaram de desânimo. Cheira a terra molhada. Num arrepio de vento como perfume que percorre cada poro de pele adormecida. É este o pano azul em que arregaço os braços nus. Não preciso de mais, é esta a água que me acorda.

4 comentários:

  1. Que despertar mais lindo e reparador!
    Beijinhos,

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  2. respiração em tons de mar: o ponto de convergência para tantas das nossas distâncias.

    beijinho, andy!

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    1. o mar... o quanto nos devolve...

      beijinho, amigo!

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