21.2.12

entardecer

a tarde acalmou e com ela o vento que descansa sobre as árvores agora serenas. Num desassossego as palavras faltam-me e já contam vários dias, não há papel que me acolha os sentidos e me beba as palavras... no silêncio das conversas com os caminhos e folhas caídas, já não escrevo. Já nada mais sei contar para além do que guardo...

4 comentários:

  1. De uma profundeza estes teus escritos querida Andy.

    Teu universo dorme, mas tua alma sonha! Há de acordarem as palavras, em breve!

    "As palavras não sabem morrer..." (M.C.L.M)

    Deixo um beijo,

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    1. querida Márcia, como agradeço o carinho das tuas palavras, são força e ânimo maior para palavras adormecidas, as minhas!
      "as palavras não sabem morrer..." e eu jamais as quero perder :-)

      Beijinho enorme!

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  2. Vivemos tantas vezes e tanto tempo, com esse desassossego de palavras. Diálogos mudos em que nos procuramos, entre o espaço terreo e a alma que nos habita.

    Saudades, Andy.
    Continuo por aqui, às vezes um pouco mais muda de palavras.
    Beijinho

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    1. Maria João,
      tão bom ver-te por aqui!
      ando em profundo diálogo mudo...
      encontrarei a minha voz?...

      beijo enorme!

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