28 dias de Fevereiro e coisa nenhuma para escrever... apenas que arrumei partes da casa e que esse efeito prolongou-se até às coisas mais ínfimas do corpo. As mãos arrumam e a alma acompanha o ritmo...
agora sempre que a noite cai, sinto o aconchego calor da casa e nada me leva à janela. Da sala prolongo o olhar até às vidraças e entre a manta tricotada por histórias, fico a imaginar as paisagens de ontem e de amanhã. E esta contemplação incerta e vaga como chuva miúda, acontece como um arco-iris que se vislumbra mas não se toca... Deixei as flores no mesmo lugar, mas mudei-lhes a água e a mesa que um dia pareceu-me maior. E enquanto as coisas descansam há um sossego que que se vislumbra mas não se toca.
agora sempre que a noite cai, sinto o aconchego calor da casa e nada me leva à janela. Da sala prolongo o olhar até às vidraças e entre a manta tricotada por histórias, fico a imaginar as paisagens de ontem e de amanhã. E esta contemplação incerta e vaga como chuva miúda, acontece como um arco-iris que se vislumbra mas não se toca... Deixei as flores no mesmo lugar, mas mudei-lhes a água e a mesa que um dia pareceu-me maior. E enquanto as coisas descansam há um sossego que que se vislumbra mas não se toca.
a grandiosidade da mesa, passou para o teu dia
ResponderEliminarabençoado sossego
beijinho
[adorei este teu texto, em especial]
há sossegos (este) que até o ponteiro do relógio poderia fazer perdurar
Eliminarbeijinho grande, Laura!
obrigada :-)
como na vida, assentamos, trocamos, seguramos, deixamos cair, acenamos e enterramos. tantas vezes em silêncio, porque o bater das asas de uma borboleta raramente é o bastante para nos acordar...
ResponderEliminarbeijinho querida amiga!
Jorge,
Eliminarleio e releio, belíssimo e tão verdade!
beijinho enorme, amigo!
Andy,
ResponderEliminarDizer que "não se tem coisa nenhuma para escrever"...
e, logo a seguir, derramar no papel "as mãos arrumam e a alma acompanha o ritmo"
é fantástico
e enternecedor!
Belo poema de que muito gosto.
Bom fim de semana
grande beijinho
:-) muito obrigada, Petrus!
Eliminarsempre ternas as tuas palavras,
um resto de bom fim de semana
beijinhos!
Mesmo sem ter nada para dizer, acabaste por escrever um magnífico texto.
ResponderEliminarQuem sabe, quem tem talento, nem precisa de tema...
Há quanto tempo eu não te visitava...
Andy, querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijo.
Nilson,
Eliminarque bom rever-te aqui :-)!
um imenso obrigada pelas tuas palavras.
Beijos!
Há uma serenidade imensa neste post!
ResponderEliminarÉ-me confortável relê-lo.
Obrigado e um beijinho.
há momentos assim...
Eliminar:-) que bom, mfc!
um grande beijinho
Andy,
ResponderEliminarpegando numa palavra do Jorge, como na vida também trocamos amizade entre aqueles que nos são queridos. Trocar não será bem o termo, pois a amizade não pede, não exige: aceita!
Obrigada!
Beijinho
Laura
e são esses gestos de amizade que nos ficam para sempre na memória...
Eliminarbeijinho, querida Laura!
Há momentos intocáveis, em que se respira, apenas, a calma que a alma pede.
ResponderEliminarO que tu escreves, Andy, lê tantas vezes o que sinto...
Obrigada! Obrigada também por isso.
Beijinhos
Maria João,
Eliminareu é que agradeço, e muito! :-)
Abraço, amiga!