28 dias de Fevereiro e coisa nenhuma para escrever... apenas que arrumei partes da casa e que esse efeito prolongou-se até às coisas mais ínfimas do corpo. As mãos arrumam e a alma acompanha o ritmo...
agora sempre que a noite cai, sinto o aconchego calor da casa e nada me leva à janela. Da sala prolongo o olhar até às vidraças e entre a manta tricotada por histórias, fico a imaginar as paisagens de ontem e de amanhã. E esta contemplação incerta e vaga como chuva miúda, acontece como um arco-iris que se vislumbra mas não se toca... Deixei as flores no mesmo lugar, mas mudei-lhes a água e a mesa que um dia pareceu-me maior. E enquanto as coisas descansam há um sossego que que se vislumbra mas não se toca.
agora sempre que a noite cai, sinto o aconchego calor da casa e nada me leva à janela. Da sala prolongo o olhar até às vidraças e entre a manta tricotada por histórias, fico a imaginar as paisagens de ontem e de amanhã. E esta contemplação incerta e vaga como chuva miúda, acontece como um arco-iris que se vislumbra mas não se toca... Deixei as flores no mesmo lugar, mas mudei-lhes a água e a mesa que um dia pareceu-me maior. E enquanto as coisas descansam há um sossego que que se vislumbra mas não se toca.

