simplesmente como o dia nasce... podia ser tão fácil.
Das palavras nascerem flores, nos campos algodão.
e branco seria, naturalmente. Suave e não pensar.
Um doce fumegar numa chávena de chá e ficar.
Chegar a horas, fazer tudo certo,
dizer um sorriso com os olhos cheios.
Lembrar que o sol volta e saber esperar
que um dia morno o mar me esperará!
Podia ser apenas estar e não ter de brilhar,
Se o brilho respira nos silêncios de cada um.
Ficar no abraço que a vida devolve
e tudo e nada, sempre e quase como um sopro.
Um simples sopro.
Andy
ResponderEliminarBonitas pinceladas, que nos mostram a vida atrás do nevoeiro.
viva Miguel!
Eliminarsão as cores que a neblina esconde e o abstracto que teima em rondar os dias... beijinho gd!
mesmo que o não seja do lado de fora da janela, nas pétalas, no alcatrão e na respiração apressada de quem passa, tudo é possível na doçura das tuas palavras.
ResponderEliminarbelo, querida amiga!
beijo grande!
que haja sempre um "tudo é possível" mesmo que esbatido, no cerne de todas as palavras...
Eliminar:-)) muito obrigada,
querido amigo, um grande beijinho!
...esta é a naturalidade das coisas boas!
ResponderEliminarEstas são as coisas importantes!
são as coisas de todos nós!
Eliminarum grande beijinho, mfc.
querida Andy, mesmo o mais pequeno sopro no faz voar
ResponderEliminarbeijinho
LauraAlberto
e é nas asas desse sopro que continuamos...
Eliminar:-) beijinho grande, Laura!