27.1.12

simplesmente como o dia nasce... podia ser tão fácil.
Das palavras nascerem flores, nos campos algodão.
e branco seria, naturalmente. Suave e não pensar.
Um doce fumegar numa chávena de chá e ficar.
Chegar a horas, fazer tudo certo,
dizer um sorriso com os olhos cheios.
Lembrar que o sol volta e saber esperar
que um dia morno o mar me esperará!
Podia ser apenas estar e não ter de brilhar,
Se o brilho respira nos silêncios de cada um.
Ficar no abraço que a vida devolve
e tudo e nada, sempre e quase como um sopro.
Um simples sopro.

8 comentários:

  1. Andy
    Bonitas pinceladas, que nos mostram a vida atrás do nevoeiro.

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    1. viva Miguel!
      são as cores que a neblina esconde e o abstracto que teima em rondar os dias... beijinho gd!

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  2. mesmo que o não seja do lado de fora da janela, nas pétalas, no alcatrão e na respiração apressada de quem passa, tudo é possível na doçura das tuas palavras.
    belo, querida amiga!
    beijo grande!

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    1. que haja sempre um "tudo é possível" mesmo que esbatido, no cerne de todas as palavras...
      :-)) muito obrigada,
      querido amigo, um grande beijinho!

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  3. ...esta é a naturalidade das coisas boas!
    Estas são as coisas importantes!

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    1. são as coisas de todos nós!
      um grande beijinho, mfc.

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  4. querida Andy, mesmo o mais pequeno sopro no faz voar
    beijinho
    LauraAlberto

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    1. e é nas asas desse sopro que continuamos...
      :-) beijinho grande, Laura!

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