(poema de Alice Vieira)não me deixes morrer à sombra
dos domingos que cheiram a alecrim
e à traça dos vestidos guardados
e aos remédios que não puderam curar as feridas
perigosamente alastrando pela nossa pele
dos domingos que cheiram a alecrim
e à traça dos vestidos guardados
e aos remédios que não puderam curar as feridas
perigosamente alastrando pela nossa pele
.
fotografia de Andy
... não me deixe morrer à sombra
ResponderEliminardos meus próprios "eus",
guardados nos aromas,
no que foi, e no que queria ser...
Andy, agradeço a visita em meu blog. No entanto não tinha teu link, pedi ao amigo Jorge Pimenta e aqui estou, aqui fico e te agradeço.
Podes voltar por lá sempre que quiser, seja bem-vinda!
Beijos e ótimos dias!
de verdade, quantas vezes somos nós, a nossa maior sombra...
EliminarCissa, é um gosto ter-te aqui, muito bem-vinda!
pois foi pelo Viagens do nosso querido amigo Jorge que cheguei ao seu luminoso blog. voltarei com certeza :-)!
Obrigada e um grande beijinho.
Uma foto que é uma linda moldura para as palavras da Alice Vieira!
ResponderEliminarobrigada mfc :-), gosto imenso de Alice Vieira!
Eliminarbeijinhos!
adoro a foto
ResponderEliminarbeijinho
LauraAlberto
(e o poema também)
a poesia de Alice Vieira tem sabor, aromas e lugares que não têm fim...
Eliminarobrigada , querida Laura!
um enorme beijinho
Minha querida Andy, obrigada pelas tuas palavras no meu blogue, andou por lá um louco, mas tudo se resolve...
ResponderEliminarbeijinho
LauraAlberto
pois, percebi que tinha sido qualquer coisa assim do género...não vale a pena...
Eliminarbeijinho grande, Laura! :-)
apelo incrustado na degenerescência da pele...
ResponderEliminarbeijinho, querida andy!
dizem que na pele se lê o tanto que vivemos, e o outro tanto que não vivemos...
Eliminarbeijinhos, amigo!