29.1.12

(poema de Alice Vieira)

não me deixes morrer à sombra
dos domingos que cheiram a alecrim
e à traça dos vestidos guardados
e aos remédios que não puderam curar as feridas
perigosamente alastrando pela nossa pele
.

fotografia de Andy

10 comentários:

  1. ... não me deixe morrer à sombra
    dos meus próprios "eus",
    guardados nos aromas,
    no que foi, e no que queria ser...

    Andy, agradeço a visita em meu blog. No entanto não tinha teu link, pedi ao amigo Jorge Pimenta e aqui estou, aqui fico e te agradeço.
    Podes voltar por lá sempre que quiser, seja bem-vinda!
    Beijos e ótimos dias!

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    1. de verdade, quantas vezes somos nós, a nossa maior sombra...

      Cissa, é um gosto ter-te aqui, muito bem-vinda!
      pois foi pelo Viagens do nosso querido amigo Jorge que cheguei ao seu luminoso blog. voltarei com certeza :-)!
      Obrigada e um grande beijinho.

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  2. Uma foto que é uma linda moldura para as palavras da Alice Vieira!

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    1. obrigada mfc :-), gosto imenso de Alice Vieira!
      beijinhos!

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  3. adoro a foto
    beijinho
    LauraAlberto

    (e o poema também)

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    1. a poesia de Alice Vieira tem sabor, aromas e lugares que não têm fim...
      obrigada , querida Laura!
      um enorme beijinho

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  4. Minha querida Andy, obrigada pelas tuas palavras no meu blogue, andou por lá um louco, mas tudo se resolve...
    beijinho
    LauraAlberto

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    1. pois, percebi que tinha sido qualquer coisa assim do género...não vale a pena...
      beijinho grande, Laura! :-)

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  5. apelo incrustado na degenerescência da pele...
    beijinho, querida andy!

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    1. dizem que na pele se lê o tanto que vivemos, e o outro tanto que não vivemos...
      beijinhos, amigo!

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