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que vamos fazer dos dias longos que se enrolam ao peito como nascentes em turbilhão... o sol brilha e um vento passa pelo ombro e de soslaio um olhar, e todos os rios parecem ter fim...não há calma que sossegue, se até as águas escrevem a sua história nas pedras que um dia choraram. Podias pedir-me silêncio se soubesse de onde nasce tanta voz, se adivinhasse o secreto tamanho de um coração...
É preciso que a voz rebente a dormência dos dias.
ResponderEliminarÉ preciso deixar que o sol se deite no leito do rio para que todas as águas aqueçam.
É preciso olhar para as linhas da palma da mão e sentir a vida a correr-nos por dentro, em turbilhão.
É preciso, Andy... é preciso!
Um beijinho grande e um abraço ainda maior.
tão preciso, amiga!
Eliminartomara que assim fosse sempre!
abraço enorme com saudades.
Haveria tanta coisa que pediríamos e daríamos se tivéssemos compreendido a tempo o(s) outro(s)...
ResponderEliminarmfc,
Eliminarverdade...
e o tempo não espera.
beijinho!
"se até as águas escrevem a sua história nas pedras que um dia choraram"
ResponderEliminaroh, se não é verdade, querida amiga... a nossa história é todas as histórias, as nossas e as dos outros, nas águas da vigila e nas águas do sono.
beijinho!
"...nas águas da vigília e nas águas do sono", tão bonito,amigo.
Eliminarbeijinho grande!