a única folha de papel e o branco a engolir as palavras os dedos a escorregarem entre os gestos a voz a se fechar em flor e enquanto desvendo a janela e mordo o fruto as palavras apagam-se no suco que se derrama por dentro.
e a boca coberta de uma brisa que desflora todas as primaveras, até as da escrita... mesmo que nas mãos geladas deste inverno. beijinho, querida amiga!
e a boca coberta de uma brisa que desflora todas as primaveras, até as da escrita... mesmo que nas mãos geladas deste inverno.
ResponderEliminarbeijinho, querida amiga!
porque há sempre uma primavera a florir num canto dos lábios...
ResponderEliminarbeijo grande, amigo!