que um lápis da cor de todos os momentos
se enrole entre os dedos
e das palavras à terra
seja um simples sopro de lábios
e mãos apagadas
num fogo lento que arde e se apaga
rente às águas que correm dos céus
e no papel molhado
todas as horas sejam um conto
no sol dos meus dias...
Como dente-de-leão entre os plátanos, os sonhos repousam entre nossos melhores espaços.
ResponderEliminarTeus lápis em todos teus momentos, à tua disposição na completude do teu desenho diário - meu desejo pra ti, Andy!
Deixo-te um abração
um dente-de-leão num chão de outono... e quantas vezes num sopro voa por céus de primaveras.
ResponderEliminartomara que não me faltasse esse lápis! :-)
Obrigada, querida Rejane, pelo carinho das tuas palavras.
Abraço!
Que o lápis com que desenhas os teus sonhos possa estar sempre entre os teus dedos!
ResponderEliminarlápis de sol com o matiz das folhas de outono. assim é a vida: traço e rasura, palavra e borracha, luz e crepúsculo. no viés de todas as dicotomias, um traço uno une: o da (tua) poesia!
ResponderEliminarbeijinho, querida andy!
Andy,
ResponderEliminarEste Outono
desenhado pelo sol
retrata momentos intensos de vida!
Será sempre belo
o conto escrito
sobre mil folhas caídas
inundadas de cor e luz!
Um bom fim de semana
Beijinho
mfc,
ResponderEliminarque bonita frase! :-)
tomara que sim...
Beijinho!
Jorge,
ResponderEliminare é como dizes, essa dualidade de ser e estar...
belas as tuas palavras.
Beijos, amigo!
Petrus,
ResponderEliminarobrigada pelas palavras que desenhas nesta lua,
essas sempre cheias de luz :-)
Beijinho!