Enquanto houver poetas maiores a esperança vai permanecer.
Andy,O Poeta trilha o caminho dos deuses; e divino éo que ele vê, sente e recria.Miguel Torga, um grande senhor da Palavra!Boa semana.Beijinho
mfc,permanece a esperança e a capacidade de sonhar, água que sacia ou fonte que inspira, as palavras dos poetas.Beijinho!
Petrus,das tuas palavras, encontrei este poema, também de Miguel Torga, que achei lindo;Beijinhos!O POETATriste, lá vai à ronda dos segredosO maluco que rouba quanto vê.Branco, do coração aos dedos,É todo antenas onde apenas lê.Murcha-lhe nos pés o rosmaninhoE a própria rosa, de o sentir, descora:Mas é um Deus que passeia o seu caminhoA beber a amargura de quem chora.Magro, lá passa, e lá se vai consigoA luz das coisas e a flor de tudo.É um bruxo lento, tenebroso e antigo,Pálido, sério, solitário e mudo.
Dentro dos poetas todas as tempestades se libertam e se revelam, porque grande é o seu olhar, para além do limite das margens.Adoro o olhar de Miguel Torga, tão próximo da minha pele que me arrepia sempre.Um beijinho, querida Andy
Maria João,tempestades mil para além das margens...! :-)Gosto muito de Miguel Torga e de o ler nestes "diários".Beijos, amiga!
torga é um mestre na arte de dizer. aquele "orfeu rebelde" é inesquecível. e estes sinos que cabem nas mãos dos poetas, então?abençoada a voz que descobre esta voz!beijinho, amiga!
Jorge, orfeu rebelde, é lindo! (um dia postarei).verdadeiros sinos que brilham nos silencios de cada um.Obrigada amigo! :-)um grande beijinho
Enquanto houver poetas maiores a esperança vai permanecer.
ResponderEliminarAndy,
ResponderEliminarO Poeta trilha o caminho dos deuses;
e divino é
o que ele vê, sente e recria.
Miguel Torga, um grande senhor da Palavra!
Boa semana.
Beijinho
mfc,
ResponderEliminarpermanece a esperança e a capacidade de sonhar, água que sacia ou fonte que inspira, as palavras dos poetas.
Beijinho!
Petrus,
ResponderEliminardas tuas palavras, encontrei este poema, também de Miguel Torga, que achei lindo;
Beijinhos!
O POETA
Triste, lá vai à ronda dos segredos
O maluco que rouba quanto vê.
Branco, do coração aos dedos,
É todo antenas onde apenas lê.
Murcha-lhe nos pés o rosmaninho
E a própria rosa, de o sentir, descora:
Mas é um Deus que passeia o seu caminho
A beber a amargura de quem chora.
Magro, lá passa, e lá se vai consigo
A luz das coisas e a flor de tudo.
É um bruxo lento, tenebroso e antigo,
Pálido, sério, solitário e mudo.
Dentro dos poetas todas as tempestades se libertam e se revelam, porque grande é o seu olhar, para além do limite das margens.
ResponderEliminarAdoro o olhar de Miguel Torga, tão próximo da minha pele que me arrepia sempre.
Um beijinho, querida Andy
Maria João,
ResponderEliminartempestades mil para além das margens...! :-)
Gosto muito de Miguel Torga e de o ler nestes "diários".
Beijos, amiga!
torga é um mestre na arte de dizer. aquele "orfeu rebelde" é inesquecível. e estes sinos que cabem nas mãos dos poetas, então?
ResponderEliminarabençoada a voz que descobre esta voz!
beijinho, amiga!
Jorge,
ResponderEliminarorfeu rebelde, é lindo! (um dia postarei).
verdadeiros sinos que brilham nos silencios de cada um.
Obrigada amigo! :-)
um grande beijinho