"E aqui anda a noite à roda e eu com ela como um papelinho com que o vento brinca, apanha-me, larga-me, empurra-me, corre, mais adiante, a prender-me nos dentes, esquece-se de mim, torna a lembrar-se, poisa-me uma pata em cima, vai-se embora. O vento."...
António Lobo Antunes
Também gosto.
ResponderEliminarBjs
Depois de ver a entrevista na Rtp1, a semana passada sobre o Antonio Lobo Antunes fiquei com vontade de comprar alguma obra dele.
ResponderEliminarNunca li nada dele :(
Depois diz se gostaste do livro :)
Lilá(s),
ResponderEliminaré o primeiro livro que leio deste autor mas também estou a gostar muito! :-)
Beijinhos!
Miguel,
ResponderEliminare eu tive tanta pena de não conseguir ver a entrevista :-((
direi com certeza! :-) mas adianto desde já que me cativou pela simplicidade e profundidade, e nesta dualidade, é uma leitura muito agradável!
Beijinho!
Também eu nesta crise podia culpar o vento... mas mantenho a mira apontada ao Governo!
ResponderEliminarE nós com ele, nesta inquietante valsa....
ResponderEliminarBeijinho grande
mfc,
ResponderEliminarpercebo-te claramente e de facto até se poderia aplicar à situação...
beijinho!
Maria João,
ResponderEliminarque haja bons ventos e nos embalem nesta caminhada.
Beijos, amiga!
eis uma das minhas falhas maiores. ainda não entrei em lobo antunes. mas já senti, por ti, um pouco da sua brisa e aroma a terra fresca.
ResponderEliminarbeijinho, doce amiga!
p.s. sexta-feira à noite vou ao lançamento do "abraço", do j. l. peixoto, ao porto. estou em pulgas por lhe deitar a mão :)
Jorge,
ResponderEliminarencontrei-me na simplicidade das palavras/vivências...
beijinho enorme, amigo!
p.s. que bom! que inveja! :-)