
e passa pelo ombro, o sopro da noite,
seco, frio como neblina que se repete
todos os dias por esta hora.
fala-se ao espelho
a gotejar silêncios,
e nem uma mão devolve...
de joelhos frios e cotovelos apoiados
na noite longa dos arco-íris adormecidos.
que fazer nos lugares destas horas...
Apenas pensar!
ResponderEliminarApenas pensar como será a nossa vida!!
mfc,
ResponderEliminarsem dúvida!
beijinho
Quando souberes diz-me...
ResponderEliminarBjs
:-) Combinado, Lilá(s)!
ResponderEliminarBeijinho
... sermos nós.
ResponderEliminarQue bom saber que podemos despertar o arco-íris!
Fantástico, Andy!
Um grande beijinho
a melancolia leve e delicada na voz dos primeiros passos de um outono anunciado. há lugares que habitamos vivendo à revelia do tempo. somos, afinal, cada pedaço cru de cada um deles.
ResponderEliminarbeijinho!
Petrus,
ResponderEliminarsem dúvida, seria um colorido de emoções :-)! e em cada uma das cores estaria um pouco de nós, quem sabe...
Um grande beijinho!
Jorge,
ResponderEliminarverdade,
...há outonos que vivem mesmo no verão dos meus olhos. há lugares que acabam por ser um porto sentido...
Beijinho, amigo!
E desaba o silêncio dentro dos olhos, enquanto as paredes gemem, na fria sombra da noite, a dor solitária das horas vazias.
ResponderEliminarMinha querida Andy... sabes, há insónias tão próximas....
mil beijinhos que sopro para ti no sentido sul
Maria João,
ResponderEliminartão lindo sempre o que escreves!
e próxima me fazes sentir com o sopro doce das tuas palavras.
Beijos mil!