25.8.11

meia-noite


meia-noite. Os olhos cedem e o corpo pulsa as badaladas dos sonhos mais esperados.
Candeias acesas no escuro da noite, ramos de alfazema no branco tosco do papel por escrever. Já rasguei quantas linhas... ardem na lareira de chamas em silêncio.
Eis então as formas aladas em rodopio, asas de anjos e estrelas de papel.
Poeira, poeira de sonhos nos dedos, vou de candeia acesa na mão, pelos labirintos da noite.

12 comentários:

  1. Um sonho acordado...
    Pensar-se é uma obrigação.

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  2. Andy

    E, apesar de todas as linhas que já rasgaste, sabes... porque sabes, que muitas mais irás escrever e rasgar. Porque assim é, quando temos pela frente uma página de linhas em branco e uma noite ou meia-noite, para viver.

    Um beijinho grande, minha amiga querida!

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  3. È da noite. É do meu Meio.
    Repleto de sentido.

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  4. os sonhos nos dedos acabam sempre por acender a mais escura das noites.
    linhas e sentidos por aqui!
    beijinho!
    p.s. a música que toca sem parar nesta lua é candeia de inspiração!

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  5. mfc,
    penso no que sonho, e sonho sobre aquilo que penso...

    :-) beijinho!

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  6. Lita,
    muitas saudades de estar contigo! :-)

    Beijão, amiga!

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  7. Maria João,
    e enquanto formos escrevendo e rasgando, as noites vão tendo que contar e as meias-noites também! :-)
    estamos vivos...

    Beijo enorme, amiga!

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  8. Martini,
    bem-vindo!
    visitarei o "ecos de saturno" e não fossem os astros pura poesia! :-)

    Beijinho e obrigada

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  9. Jorge,
    tacteia-se cada sonho, na volta de todas as meias-noites!

    Beijinho, querido anigo

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  10. Os sonhos acabam por ser o reflexos dos nossos pensamentos...e a meia noite tem algo de magia...
    bjs

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  11. Sem dúvida, querida Lilá(s)!
    beijinhos

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