Há um cipreste no jardim mesmo em frente às horas que não passam.
Percorro-lhe todo o verde com o tempo que suave murmura entre as folhas. Alongo o olhar até onde ele se perde sob as nuvens e demoro-me nos pormenores.
Não me importo se em neblinas me perco... hoje, um dia sombrio traz-me afagos de calma.
Fez-me bem esta serenidade que li por aqui.
ResponderEliminarafagos de alma em tons outonais. e o cipreste, de todas as árvores a mais triste e sombria.
ResponderEliminarbeijos e luz, querida amiga!
mfc,
ResponderEliminara natureza tem essa capacidade de nos devolver tanta serenidade!
Beijinho
Jorge,
ResponderEliminaro cipreste solitário e uma tarde cinzenta podem inspirar toda a calma...
nunca pensei dizer isto, mas este ano anseio tanto pelo outono!
Beijinho luminoso, amigo!