24.8.11


Há um cipreste no jardim mesmo em frente às horas que não passam.
Percorro-lhe todo o verde com o tempo que suave murmura entre as folhas. Alongo o olhar até onde ele se perde sob as nuvens e demoro-me nos pormenores.

Não me importo se em neblinas me perco... hoje, um dia sombrio traz-me afagos de calma.

4 comentários:

  1. Fez-me bem esta serenidade que li por aqui.

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  2. afagos de alma em tons outonais. e o cipreste, de todas as árvores a mais triste e sombria.
    beijos e luz, querida amiga!

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  3. mfc,
    a natureza tem essa capacidade de nos devolver tanta serenidade!

    Beijinho

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  4. Jorge,
    o cipreste solitário e uma tarde cinzenta podem inspirar toda a calma...

    nunca pensei dizer isto, mas este ano anseio tanto pelo outono!

    Beijinho luminoso, amigo!

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