13.7.11

foi neste mês que cheguei a Lisboa, numa noite quente e sem luz que me mostrasse as paredes onde passaria a respirar, e a desmontar os dias para os entender depois. A angústia nesse dia, lembro-me, ardia no peito como a vela que derretia e escondia o rosto húmido. Disseram-me, amanhã está quase e com a luz do sol sentes diferente. E um sol atrás do outro, fui abraçando os dias e os anos, até aqui. Na volta do verão, lembro-me sempre.

8 comentários:

  1. Andy
    "...fui abraçando os dias e os anos, até aqui." e que fiques por muitos mais e que com a luz do sol te sintas diferente, mas para melhor!
    Bem vinda!

    ResponderEliminar
  2. Andy

    Há invernos que a volta do verão jamis fará esquecer...

    mil beijinhos

    ResponderEliminar
  3. Há memórias que nos acompanham sempre... e temos obrigação de conviver bem com elas!
    Toma um sorriso...

    ResponderEliminar
  4. Miguel,
    um imenso obrigada pelas tuas palavras cheias de sol :-)!

    Beijinho grande

    ResponderEliminar
  5. Maria João,
    os invernos ficam sempre na memória da pele, verdade amiga?

    outros mil beijos :-)!

    ResponderEliminar
  6. mfc,
    somos também feitos de memórias e ainda bem...

    aqui vai um sorriso especial! :-)

    ResponderEliminar
  7. o homem é toda a memória não genética. lisboa agradece esse dia de julho, há uns anos atrás :)
    beijinho, querida amiga!

    ResponderEliminar
  8. Jorge,
    fizeste-me sorrir, obrigada!
    e concordo na íntegra, "o homem é toda a memória não genética".

    Beijinho enorme, amigo!

    ResponderEliminar