foi neste mês que cheguei a Lisboa, numa noite quente e sem luz que me mostrasse as paredes onde passaria a respirar, e a desmontar os dias para os entender depois. A angústia nesse dia, lembro-me, ardia no peito como a vela que derretia e escondia o rosto húmido. Disseram-me, amanhã está quase e com a luz do sol sentes diferente. E um sol atrás do outro, fui abraçando os dias e os anos, até aqui. Na volta do verão, lembro-me sempre.
Andy
ResponderEliminar"...fui abraçando os dias e os anos, até aqui." e que fiques por muitos mais e que com a luz do sol te sintas diferente, mas para melhor!
Bem vinda!
Andy
ResponderEliminarHá invernos que a volta do verão jamis fará esquecer...
mil beijinhos
Há memórias que nos acompanham sempre... e temos obrigação de conviver bem com elas!
ResponderEliminarToma um sorriso...
Miguel,
ResponderEliminarum imenso obrigada pelas tuas palavras cheias de sol :-)!
Beijinho grande
Maria João,
ResponderEliminaros invernos ficam sempre na memória da pele, verdade amiga?
outros mil beijos :-)!
mfc,
ResponderEliminarsomos também feitos de memórias e ainda bem...
aqui vai um sorriso especial! :-)
o homem é toda a memória não genética. lisboa agradece esse dia de julho, há uns anos atrás :)
ResponderEliminarbeijinho, querida amiga!
Jorge,
ResponderEliminarfizeste-me sorrir, obrigada!
e concordo na íntegra, "o homem é toda a memória não genética".
Beijinho enorme, amigo!