1.6.11


hoje posso compreender o mais ínfimo grão de poeira. cada grão infinitamente pequeno da extraordinária viagem. e, se por acaso despertar algures na vastidão de outras vidas, humildemente, desejaria apenas ser fragrância breve de uma flor.

Al Berto

6 comentários:

  1. É linda esta comprensão pacífica do Universo.

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  2. querida amiga,
    detive-me nas palavras de al berto [a que não resisto] na explicação relativa do universo, para logo deixar resvalar o olhar para a ilustração. se o conceito de harmonia não é apenas abstracção, estou seguro de que ele respira aqui mesmo.
    beijinho!

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  3. A humilde consciência de ser essência, e de isso ser, o desejo maior.

    Um beijinho, Andy

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  4. mfc,
    de facto como dizes, uma pacífica forma de compreender o universo.
    o ser perfume, essência volátil, invisível aos olhos, ser o instante que a alma alcança...

    sempre, obrigada :-)
    beijinho!

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  5. Jorge,
    e será este um lugar comum, mas por vezes funcionará mesmo como busca de harmonia interior...
    Al Berto, não se resiste de forma alguma :-)

    Obrigada, amigo!
    Beijinhos

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  6. Maria João,
    bela a tua frase!

    se até uma breve fragrância faz toda a diferença na imensidão do universo...
    que a essência do ser seja sempre o que perdure na memória da existência.

    Beijinho, querida amiga!

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