a manhã nasce sorrateira e levemente. Entra pela casa em fugaz silêncio e levanta o ténue véu que a noite deixa nos seus demais folhos...
Fui à janela como sempre, sentir o perfume da manhã e perceber o céu, como se este derradeiro momento fosse a inspiração e guia para todo o dia.
O interior da casa precisa de mim. Inevitável e imperioso.
Objectos, momentos, roupas e pó dos livros... mudarei a água da jarra, regarei a azália, darei outro nome a tudo o que se chama desordem. Há recantos da casa que nos chamam sempre à razão, acima de todas as confusões simples e expontaneas.
Os pássaros cantam e ainda assim o rádio continua no canto lírico porque me acalma, afina os sentidos e a memória.
Fui à janela como sempre, sentir o perfume da manhã e perceber o céu, como se este derradeiro momento fosse a inspiração e guia para todo o dia.
O interior da casa precisa de mim. Inevitável e imperioso.
Objectos, momentos, roupas e pó dos livros... mudarei a água da jarra, regarei a azália, darei outro nome a tudo o que se chama desordem. Há recantos da casa que nos chamam sempre à razão, acima de todas as confusões simples e expontaneas.
Os pássaros cantam e ainda assim o rádio continua no canto lírico porque me acalma, afina os sentidos e a memória.
lindo! como o dia que espero que tenhas :)
ResponderEliminarbeijo*
Andy,
ResponderEliminarO nascer de um novo dia, muito bem retratado!
O segredo da vida: conservar o que é essencial e mudar o que é superficial.
Perfeita conciliação dos sons da Natureza com o canto lírico que nos chega aos ouvidos través da rádio!
Momento único de poesia
e de força!
Muito grato
Bom fim de semana
Um beijo
Gostei imenso desta serenidade que se alcança da tua rotina!
ResponderEliminarRach,
ResponderEliminarmuito obrigada :-)
um grande beijinho
e um belo dia para ti!
Petrus,
ResponderEliminarsempre um conforto as tuas palavras :-)
belíssimas
um sincero obrigada
beijinho
mfc,
ResponderEliminaranseio sempre por um momento de serenidade e tento saboreá-lo até ao último segundo, ainda que breve.
Obrigada :-)
beijinho
toda a brisa que nos acaricia o rosto aponta à alvorada do ser.
ResponderEliminarbeijinhos, amiga!
Jorge,
ResponderEliminarmuito belo :-)!
sintamos que seja sempre doce amanhecer.
Beijinho, amigo!
"O interior da casa precisa de mim. Inevitável e imperioso. Há recantos da casa que nos chamam sempre à razão..."
ResponderEliminarVerdade absoluta do ser...
Texto incrível, li e re-lí!
Deixo um beijo,
Márcia,
ResponderEliminartão bom saber-te por aqui :-)!
Obrigada
beijo grande!