depois do ruído dos candeeiros e das árvores que gemem lá fora ao frio, começa-se a recear lentamente a noite, e as folhas em branco que embatem no silêncio da voz.
Os olhos fecham-se de água em flor, latejando em frente a qualquer história de encantar. Há letras que não se escrevem, a tinta extingue-se no murmurar do dia.
Há sempre uma canção e um livro que ficou por ler. Há o cansaço feito suor que escorre agilmente nas horas. Há o sorriso das crianças por adormecer.
E o dia esbate-se como num fio que se quer cheio de luz, mas ténue e rápido como o tempo que mora para além das memórias, como o tempo que não pára e não se cansa porque assim se precisa...
Os olhos fecham-se de água em flor, latejando em frente a qualquer história de encantar. Há letras que não se escrevem, a tinta extingue-se no murmurar do dia.
Há sempre uma canção e um livro que ficou por ler. Há o cansaço feito suor que escorre agilmente nas horas. Há o sorriso das crianças por adormecer.
E o dia esbate-se como num fio que se quer cheio de luz, mas ténue e rápido como o tempo que mora para além das memórias, como o tempo que não pára e não se cansa porque assim se precisa...


