1.4.11

olhar

escolhi o tempo
escolhi o céu e o mar
até escolhi as folhas de outono em que caminhei
escolhi o verde
e até os nenúfares e flores
que perfumaram as mãos

mas é sempre para a janela de estrelas
que me demoro a olhar

4 comentários:

  1. é no recanto do que sobra das escolhas que vive o olhar.
    beijinho, doce amiga!

    ResponderEliminar
  2. Jorge,
    é inevitável, verdade amigo? :-)

    beijinho grande!

    ResponderEliminar
  3. Andy

    Guardamos as escolhas que vamos fazendo, como páginas de um livro que se escreve, mas inevitavelmente o olhar é para a folha seguinte, aquela onde, a sua cor imaculada, nos permite desenhar o sonho que nos guiará até lá.

    Um beijinho grande

    PS - O que eu tenho perdido de leitura aqui... :-)

    ResponderEliminar
  4. Maria João,
    sempre belo o que escreves!
    ...de facto, sempre o sonho que simbolicamente apelamos às estrelas :-)

    Beijinho enorme, amiga!

    ResponderEliminar