debrucei-me na janela, a mesma de todos os dias. Uma brisa quente aflora os olhos rendidos... o sol despede-se do dia prometendo voltar e a avenida cobre-se com um último manto de luz esbatida até ao horizonte dos meus pensamentos.
andy, na adolescência eu tinha uma fobia ao entardecer, por causa da morte da minha avó materna e de uns amigos (jovens) que tinham morrido de acidente. mal o sol declinava caia uma tristeza sobre mim, que não me deixava controlar o choro.. então o meu pai pegava em mim e ficava a passear-me de carro até escurecer.íamos visitar amigos, familiares, às livrarias para eu escolher um livro...não podia era ficar parada entregue aos meus pensamentos. hoje é uma hora que adoro para ir fotografar... gostei do teu texto poético. beijo doce.
A nossa janela Andy, a mesma de todos os dias,é certo, mas que por conhecermos tão bem, todas as cores são nossas, desde a mais luminosa claridade até à escuridão da noite, passando pelos diferentes tonalidades de cinza. E isso é simplesmente um enorme tesouro!
"e a avenida cobre-se com um último manto de luz esbatida até ao horizonte dos meus pensamentos." porque o limite se estende sempre para lá da geografia. beijinho, querida amiga!
Maria João, as nossas "paisagens" serão sempre um tesouro mesmo que por vezes não saibamos vê-las com os olhos do coração...há sempre algo que ajuda, verdade amiga? :-)
Essa é a hora em que o pensamento flui...
ResponderEliminarandy,
ResponderEliminarna adolescência eu tinha uma fobia ao entardecer, por causa da morte da minha avó materna e de uns amigos (jovens) que tinham morrido de acidente. mal o sol declinava caia uma tristeza sobre mim, que não me deixava controlar o choro.. então o meu pai pegava em mim e ficava a passear-me de carro até escurecer.íamos visitar amigos, familiares, às livrarias para eu escolher um livro...não podia era ficar parada entregue aos meus pensamentos. hoje é uma hora que adoro para ir fotografar...
gostei do teu texto poético. beijo doce.
O exagero é a arte dos poetas, que enxergam as coisas com o brilho certo, e não com a banalidade dos olhos cansados.
ResponderEliminarA nossa janela Andy, a mesma de todos os dias,é certo, mas que por conhecermos tão bem, todas as cores são nossas, desde a mais luminosa claridade até à escuridão da noite, passando pelos diferentes tonalidades de cinza. E isso é simplesmente um enorme tesouro!
ResponderEliminarUm grande abraço amiga
bebe e abraça o Sol que chega
ResponderEliminarbeijo
Laura
Excelente imagem que ilustra bem o sentido das palavras. Perfeita sintonia com o seu espaço, com a sua cidade!
ResponderEliminarGosto muito!
"e a avenida cobre-se com um último manto de luz esbatida até ao horizonte dos meus pensamentos."
ResponderEliminarporque o limite se estende sempre para lá da geografia.
beijinho, querida amiga!
mfc,
ResponderEliminarsem dúvida, às vezes basta o olhar pousar sobre o horizonte, verdade? :-)
Em@,
ResponderEliminarobrigada pela tua partilha contagiante e cheia de ternura.
sabes, também adoro o por-do-sol, as tonalidades são sempre únicas, dá direito a uma verdadeira contemplação num momento quase misterioso :-)
Beijinho, doce Em@!
Emoções,
ResponderEliminarbem-vinda :-)!
a tua frase é muito bela, ainda que não me considere poeta na grandiosidade que a palavra em si representa para mim.
Beijinho cheio de brilho
Maria João,
ResponderEliminaras nossas "paisagens" serão sempre um tesouro mesmo que por vezes não saibamos vê-las com os olhos do coração...há sempre algo que ajuda, verdade amiga? :-)
Abraço amiga!
Laura,
ResponderEliminarsempre! (mesmo que os braços fraquejem com o cinzento do nevoeiro)
Beijinho, querida Laura.
Petrus Monte Real,
ResponderEliminaresta imagem retirei-a do google, foi a escolha para prolongar as palavras que sentia.
mto obrigada pelo seu olhar!
:-)
Jorge,
ResponderEliminarverdade, não há limites para o pensamento.
Grande beijinho, amigo!
é a minha hora favorita, o entardecer :)
ResponderEliminar***
São momento muito meus, aqueles em que me apetece debruçar na janela.
ResponderEliminarBjs
Rach,
ResponderEliminaré uma das minhas preferidas também, e acaba por ser para mim, um momento de reflexão do dia em tons de por-do-sol.
:-) Beijinhos!
Lilá(s),
ResponderEliminaré o encontro com o nosso "eu" e mais ninguém...
Beijo grande!