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Consideremos o jardim, mundo de pequenas coisas,
calhaus, pétalas, folhas, dedos, línguas, sementes.
Sequências de convergências e divergências,
ordem e dispersões, transparência de estruturas,
pausas de areia e de água, fábulas minúsculas.
calhaus, pétalas, folhas, dedos, línguas, sementes.
Sequências de convergências e divergências,
ordem e dispersões, transparência de estruturas,
pausas de areia e de água, fábulas minúsculas.
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O jardim, António Ramos Rosa
O jardim, António Ramos Rosa
Bonitas palavras e bonito jardim.
ResponderEliminarabraços
é isso tudo e o resto, Andy.
ResponderEliminar___
e o meu jardim rente ao céu neste momento desfeito...
beijinho
Andy
ResponderEliminarQue jardim imenso é, cada um de nós!
Um beijito
Tudo isso e muito mais...o meu refúgio.
ResponderEliminarBjs
HSLO,
ResponderEliminaresta fotografia foi tirada num 1ºde maio, o sol queria despontar mas segundo me lembro não chegou a fazê-lo, e é precisamente num dos tantos e belos jardins de sintra.
Beijinho e óptimo fim-de-semana :-)!
Em@,
ResponderEliminarjá ontem à noite queria ter conseguido responder aos vossos comentários, mas uma chávena de chá foi responsável por um sono arrebatador...
breve tenho a certeza que o teu jardim se irá recompor e ficará ainda mais belo e junto ao céu! depois quero ver fotos :-)
Beijinho enorme!
Maria João,
ResponderEliminaros jardins são realmente em cada recanto imensos, pelas sensações, pelas memórias, pelo momento em que livremente somos cada um de nós.
Beijinho amiga!
Lilá(s),
ResponderEliminara maior parte das vezes, para não dizer sempre, o meu refúgio também é sempre um jardim.
Grande beijinho!
...
ResponderEliminar"Geometria que respira errante e ritmada,
varandas verdes, direcções de primavera,
ramos em que se regressa ao espaço azul,
curvas vagarosas, pulsações de uma ordem
composta pelo vento em sinuosas palmas.
Um murmúrio de omissões, um cântico do ócio.
Eu vou contigo, voz silenciosa, voz serena.
Sou uma pequena folha na felicidade do ar.
Durmo desperto, sigo estes meandros volúveis.
É aqui, é aqui que se renova a luz."
António Ramos Rosa
adorei a fotografia e o Clair de Lune assenta como uma luva neste blogue
ResponderEliminarBeijo, e continua, sempre
Laura
Laura,
ResponderEliminarcada pedaço de verde deste lugar é simplesmente lindo, havias de gostar!
Obg Laura, fizeste-me um sorriso.
Beijo