10.12.10

flor de inverno

lentamente a noite cai...
mas nem o vento murmura entre os dedos,
nem a chuva escorre junto à vidraça.
talvez o frio... mas nem o frio...

as palavras desabrocham num areal sem nome
sem melodia nem mar

12 comentários:

  1. É muito bom voltar a ler-te, sempre encantador. BJS,Amiga.

    ResponderEliminar
  2. porque a mais rara, também a mais bela (mas ainda a mais difícil de tocar). são assim as flores de inverno.
    um beijinho, andy amiga!

    ResponderEliminar
  3. HSLO,
    muito obg por tão harmoniosas palavras
    abraço luzidio!

    ResponderEliminar
  4. Cats,
    amiga, tão bom ter-te aqui :-)
    Beijo enorme!

    ResponderEliminar
  5. Delicado...
    Às vezes é mesmo o silêncio da noite que nos faz mergulhar em nós mesmos e flutuar sobre palavras mágicas...

    ResponderEliminar
  6. Jorge,
    ...verdade amigo, rara e resistente, oxalá nos deixe um perfume único de inverno :-)!
    beijinho grande

    ResponderEliminar
  7. Anna,
    de facto, a noite traz-nos um silêncio precioso e talvez a sabedoria dos astros que nos falam mais alto :-)
    Beijo gd!

    ResponderEliminar
  8. Quando a noite cai, é o silêncio no confronto da invernia lá fora, que floresce dentro de nós e nos veste tantas vezes de pétalas perfumadas de inspiração.

    É incrível como consegues dizê-lo tão bem!

    Beijinho amiga

    ResponderEliminar
  9. Amiga, soubesse eu dizê-las tão bem quanto tu...
    Beijo grande!

    ResponderEliminar
  10. "as palavras desabrocham num areal sem nome
    sem melodia nem mar..."

    Tua flor de inverno, deixou perfume em minhas mãos...
    Lindo poema!!

    bjo.

    ResponderEliminar
  11. Obg Márcia,
    mas a tua poesia é que nos traz sempre fresco perfume em cada palavra que nos deixas.
    Beijo

    ResponderEliminar