as vidraças estão lívidas de água que escorre ao longo do dia, a casa está com pouca luz e a que entra pelo terraço, não chega a iluminar o interior da casa porque chega mortiça... já acendi as luzes quentes que enganam a noite e fazem-na chegar com suavidade.
Não tenho escrito nada... para além das coisas normais que não teriam lugar para aqui contar, tenho a noção plena que na falta de tempo, há por vezes uma preguiça latente nas palavras que teimam em não se desdobrar de um papel fechado.
Ponho-me a pensar, o que fará soltar as palavras em fio... um golpe de tristeza? Uma revoada de alegria? Ou a passividade dos dias?
Entendo que não será nem uma coisa nem outra, mas sobretudo como cada coisa nos esventre os sentidos e faça falar o mais recôndito de nós.
A tranquilidade é um bálsamo para as palavras fluírem num rio sem margens.
Não tenho escrito nada... para além das coisas normais que não teriam lugar para aqui contar, tenho a noção plena que na falta de tempo, há por vezes uma preguiça latente nas palavras que teimam em não se desdobrar de um papel fechado.
Ponho-me a pensar, o que fará soltar as palavras em fio... um golpe de tristeza? Uma revoada de alegria? Ou a passividade dos dias?
Entendo que não será nem uma coisa nem outra, mas sobretudo como cada coisa nos esventre os sentidos e faça falar o mais recôndito de nós.
A tranquilidade é um bálsamo para as palavras fluírem num rio sem margens.
Andy, eu só falo por mim.
ResponderEliminarquando eu estou muito despreocupada e feliz, não produzo nada...nem quero tão pouco parar um pouco para olhar para dentro. mas, como sou naturalmente, mais observadora que outra coisa, esses momentos de despreocupação duram pouco.
beijinho e vais ver que amanhã se desatam as palavras.
Olá Em@ :-)!
ResponderEliminarnormalmente também me acontecia o mesmo, na fase da despreocupação nada produzia. Ultimamente, só consigo escrever quando sinto tudo à minha volta tranquilo. Ontem houve um rasgo de tranquilidade e lá saiu qualquer coisa. Apesar de que para além disto, tenho fases em que parece deixar de conseguir de o fazer... uma amnésia das palavras, um vocabulário que se extingue em si próprio, as fases da lua? :-) enfim... seja o que for, tenho de aceitar com toda a paciência. :-)
gosto de te sentir aqui
Beijinho Em@
Considero que são bons esses momentos de despreocupação, entretanto as palavras que sairam foram bem agradáveis.
ResponderEliminarBeijinhos
A fase do eclipse das palavras acontece com todos. E, quanto a mim, não se deve forçar a coisa, pois tudo tem um tempo para se manifestar. Haverá sempre um momento em que elas, traquinas, resolverão vir ao nosso encontro. E aí sim, há que aceitar a dádiva.
ResponderEliminarBeijo :)
Há dias assim Andy !! :)
ResponderEliminarSe estavas com pouco inspiração , imagino se tivesses ... muito bom o teu post !!
Beijos
Blue
Olá Lilá(s)!
ResponderEliminarsão bons e indispensáveis esses momentos.
Obg! :-))
Beijinho grande
AC,
ResponderEliminarpois eu concordo inteiramente com as suas palavras!!
são umas traquinas mesmo, não tenho qualquer dúvida, aguardemos!
...mas é assustador, não é?
Beijinho!
é justamente essa inépcia de que tenho falado. não apenas aquela que, por vezes, estanca a tinta na veia; falo mesmo daquela que transmuta a realidade, escarnecendo do poeta. oh, poesia, por que cobres a mão com veludo e seda se a sua palma tem calosidades e outras imperfeições?...
ResponderEliminarum beijinho, amiga querida!
Blue (gosto de seres "blue") :-)!
ResponderEliminarObg pelo teu reforço positivo, são sempre um estímulo as vossas palavras.
Beijinhos!
tão verdade amigo...
ResponderEliminarcomo dizia à bocado, é de tal forma assustador... que a sensibilidade desapareça e seja um toque meramente físico .
Beijinhos!