
há dias assim...que nem os passos andam no alinhamento da vida, nem o sol parece seguir o trilho de um céu que será estrelas, há dias que até a roupa colada ao corpo sai à rua do avesso...
as palavras parecem flores que murcham numa jarra desolada.
há no fino fio do horizonte uma breve neblina quente que se afasta com o vento...
como é bom por fim fechar os olhos que ardem, sentir o cabelo solto ao vento e as roupas já concertadas colarem-se ao corpo então alinhado.
Há dias em que nada nos "pertence", parece que somos nós sem identificação. Bjs
ResponderEliminarTão verdade! há momentos que até a nossa própria voz estranhamos.
ResponderEliminarBeijinho gd, didium!
há dias assim... mas, felizmente, também os há bem diferentes, verdade? é assim mesmo a estrada: feita de rectas e curvas, algumas bem cegas...
ResponderEliminarum beijinho!
concordo plenamente amigo Jorge.
ResponderEliminarbeijinho!