
"Foi como se houvesse nevoeiro dentro da vida, a entrar-me nos ossos, a cegar-me para o que não existe: as manhãs; o céu limpo; as primaveras; o conforto dos teus abraços, pai. E já não era criança. Em casa, nas noites, não voltou o gigante. Enrolada no xaile negro do meu luto, passava ao rés das paredes e as conversas paravam quando me aproximava e as mulheres ou os homens ficavam a olhar-me, como se me procurassem os olhos."
José Luís Peixoto
Eu sou fã dele.
ResponderEliminarjinho
É o primeiro livro que leio dele, tem sido uma leitura incomparável, há uma verdade que se sente nas palavras e uma forma de contar como até aqui não tinha conhecido.
ResponderEliminarTambém fiquei fã Em@.
Beijinho muito gd!
não há nada em jlp de que não goste ou que seja banal. além do mais, como pessoa, é de uma simplicidade contagiante. procuro ler tudo o que dele apanho (choquei, mesmo, a minha filhota quando peguei numa revista playboy, no quiosque, há uns meses, para ler uma entrevista com ele, hehe).
ResponderEliminarcatpower é o que toca no teu blogue, verdade? tens de me dizer que faixa é esta (e eu que pensava conhecer tudo dela...).
beijinho, amiga!
:-) hihi
ResponderEliminar...e essa simplicidade transparece na escrita, estou a gostar imenso.
Sim, é Cat Power, gosto tanto. Estas duas músicas "Evolution" e "Names" fazem parte do albúm "You Are Free".
Beijinho!
thanks :)
ResponderEliminarum óptimo fds, amiga!
Ainda não conheço a sua escrita, mas já percebi que tem um encanto :)
ResponderEliminarUm beijo*
Tem mesmo, Anita! :-)
ResponderEliminarObg p'lo teu sorriso. Beijinho