Sabe-me a pouco estes momentos de silêncio que por fim se respira... tudo ficou quieto nuns minutos que poderiam ser horas e prolongarem-se por uma noite inteira.
É num fim de dia, é num silêncio ou num regresso a casa, que os pensamentos serenam ou incendeiam mas sobretudo, é num momento que são sentidos fora da dormência da alma que por vezes um dia agitado me traz...
Tudo repousa, menos o vento lá fora continua agitando as árvores da rua adormecida.
Adorei o teu texto. Também eu, nestes ultimos dias tenho dito, calem-se, deixem-me ouvir o silêncio!
ResponderEliminarAh e o vento!
Beijos
Laura, ufa! pensei que fosse só eu a precisar tanto desse bálsamo para os pensamentos, o silêncio!
ResponderEliminar:-) Beijinho mto gd!
Obg!
o pior silêncio é aquele que sentimos do lado de fora da janela, enquanto dentro do quarto o frenesim louco das máquinas, das engrenagens, dos motores, das bielas, das roldanas, das sirenes, das buzinas marca o compasso desarticulado da nossa cabeça. estremecemos... e desejamos que a brisa abra a janela e nos penetre o desassossego...
ResponderEliminarum beijinho, amiga!
(adoro van gogh!)
o desassossegado doce sossego
ResponderEliminaraquela pintura de van gogh faz-me lembrar a baía do Funchal
Beijinho