Deixei-me embalar no vento, a rua viu-me passar...
Inspirei até aos alvéolos profundos, não toquei na dor, talvez quando me lembrar, já lá não esteja...
Não posso mentir, as pedras da calçada fazem-me falar no silêncio. As árvores com flores violeta guardaram o repouso do meu olhar.
As nuvens de lágrimas pesadas no céu oco... e eu, sem sombra, sem baton, sem verniz e talvez sem luz.
Inspirei até aos alvéolos profundos, não toquei na dor, talvez quando me lembrar, já lá não esteja...
Não posso mentir, as pedras da calçada fazem-me falar no silêncio. As árvores com flores violeta guardaram o repouso do meu olhar.
As nuvens de lágrimas pesadas no céu oco... e eu, sem sombra, sem baton, sem verniz e talvez sem luz.
e tu, sem sombra, sem baton, sem verniz, mas, seguramente, irradiando luz.
ResponderEliminarbeijo!
às vezes nem tanta luz assim...
ResponderEliminarObg amigo!