5.2.10

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Tentei soltar o cabelo ao vento e senti-lo ondulante e livre percorrer os dedos das minhas mãos... tentei sentir o vento no rosto e concentrar tudo nas sensações mais apaziguantes de que a minha alma se poderia alimentar...
atrevi-me a soltar a voz que quase sem leve expressão mais parecia um sussurrar sem fundo nem retorno...
dei por mim a tentar decifrar o sal que escorria em ramalhetes indiscretos como flores que não sabem parar de crescer quando já a semente germina em grande fulgor...

2 comentários:

  1. "dei por mim a tentar decifrar o sal que escorria em ramalhetes indiscretos como flores que não sabem parar de crescer quando já a semente germina em grande fulgor..."
    O código das emoções, sempre o mais difícil de aprender e deslindar...
    Beijinho!

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