19.10.09

menos toque


A importância do toque é unânime como algo tão vital como respirarmos.
Desde que nascemos que o contacto físico nos reconforta , acalma, aconchega, nos dá prazer e até nos dá a sensação de pertença e de sermos gostados...
No entanto, com a mesma intensidade que necessitamos dele, também há dias que não queremos de todo esse contacto físico e isso deve ser igualmente aceite e respeitado.
Há dias assim...quase poderíamos ter um escudo protector do tamanho do nosso corpo ou até encarnarmos a pele de um verdadeiro ouriço...
Até porque todos temos uma zona de conforto que varia de pessoa para pessoa, ou seja, a distância entre nós e o Outro com que nos sentimos bem, confortáveis, sem a sensação de invasão territorial.
Socialmente há situações quase caricatas de pessoas que numa primeira abordagem tocam muito, é a sua forma genuína de ser mas em certos dias consciente ou inconscientemente o nosso corpo, não agradece.
Por tudo isto, e ouriços ou não... sejamos solidários com o nosso Eu, mantendo a nossa zona de conforto garantida quando precisamos dela. E sejamos ainda, intuitivos e observadores relativamente ao Outro, respeitando essa muito menos falada necessidade de “menos toque”...

2 comentários:

  1. Hum...adorei. Eu acho importante o toque.

    abraços


    Hugo

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  2. Olá sim Andyzinha,a lua és tu!és a luazinha planetária neste caso do meu cantinho!Premiozinho para ti...
    Quanto ao toque...há algo de especial no toque que não se consegue explicar...não gosto que me toquem a não ser pessoas ás quais estou já ligada,ou com quem me pretendo ligar de alguma forma...contudo toque a mais enjoa,mesmo in love!:p
    bjss

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