27.8.09

Que sou de mim...


Os dias passam, o tempo vagueia, aparentemente calmo e sereno.
E enquanto a vela arde e se desfaz em aromas as horas parecem suspensas por um fio...
E enquanto a música toca, o corpo parece resistir ao cansaço que se quer libertar.
E na penumbra da sala, sinto o veludo junto à pele e escorrego na quente textura dos tecidos.
E no alinhamento da lareira sigo o relógio de madeira que teima em parar...
Esboço um sorriso e penso...
Que sou de mim?...

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