1.3.09

Qi-Cong


Conheci esta prática oriental, num sítio bafejado pelas maravilhas da natureza porque está inserido num local dir-se-á isolado com muitas árvores, flores, pássaros a cantar pela manhã e aquele cheiro maravilhoso a terra e verde... uns bungalows acolhedores e acima de tudo tem muita tranquilidade e talvez por isso se chame a Quinta da Calma, no Algarve- Almancil. Ali o tempo parece que pára para também nós pararmos e ouvir-mo-nos. E respirando aquela atmosfera de paz estava receptiva a conhecer o que quer que fosse relacionado com práticas orientais que visam a relação mente - corpo, energias biodinâmicas e por ai fora...
Numa tarde em que o sol já só corava com timidez todas as plantas daquele místico sítio, entrei numa sala e foquei-me numa senhora que se apresentava para muitas pessoas... outrora tinha sido enfermeira interessou-se por terapias alternativas e hoje faz disso a sua vida, naquela Quinta maravilhosa.
“O Qi-Cong é no fundo uma arte de equilibrar energia, é um conjunto de exercícios que associam o pensamento, o movimento e a respiração. Ao praticá-los com regularidade desenvolve-se um estado de concentração mental semelhante a uma meditação em movimento.
Daqui resultará um “estado de ser” que unifica e desperta em nós a sensação de um suave calor em circulação dentro do nosso corpo e que o envolve num revestimento de conforto e segurança.
O Qi-Cong permite-nos sentir, aumentar, reforçar e conduzir a energia nos pontos onde ela se revela necessária.”- Martine Migaud
Esta prática oriental está permanentemente em sintonia com técnicas de respiração e em posturas que fortalecem o corpo apartir do interior. A postura básica chama-se “abraçar a árvore” e todas as outras posturas estão relacionadas com a natureza ou com seres vivos que inspirem força e harmonia.
Diz-se ainda que o Qi-Cong constitui um extraordinário trunfo para nos mantermos de boa saúde e prolongarmos a vida. Um instrumento de transformação e de evolução pessoal e espiritual.

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