segunda-feira, 4 de Janeiro de 2010

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domingo, 3 de Janeiro de 2010

...para reflectir

Texto muito bem sugerido pela minha amiga Mira, obg Mirocas!

"Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exacto.
E então, pude relaxar.
Hoje sei que isso tem nome... Auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que a minha angústia, o meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas as verdades.
Hoje sei que isso é...Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de... Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a que pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é... Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo o que não fosse saudável... Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início a minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama... Amor-próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projectos megalómanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é... Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer ter sempre razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a... Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar a reviver o passado e de me preocupar com o futuro. Agora, mantenho-me no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez. Isso é... Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que a minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é... Saber viver!!!"

Charles Chaplin


Este texto tem sem dúvida belíssimas e saudáveis verdades...
formas de estarmos em sintonia com o nosso próprio Eu e com a vida.
Acredito ainda que, cada um de nós desenhe e construa na sua aprendizagem de vida...
as suas únicas e por isso igualmente belas e grandiosas verdades.
"just smile!"

sábado, 2 de Janeiro de 2010

Julie & Julia



Uma comédia leve que apela à boa disposição e aos sabores...
O sonho de duas mulheres tornado realidade.

sexta-feira, 1 de Janeiro de 2010

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E como sempre foi assim no meu Funchal...
sempre inesquecível presumo... pena não ver e ouvir ao vivo e a cores!
Aqui fica a minha entrada explosiva no Ano 2010, aqui na" Lua"! :)

quinta-feira, 31 de Dezembro de 2009

"A Lua nasceu faz um ano"

E foi com esta música “what a feeling” do filme Flash Dance... faz hoje um ano, na noite de passagem de ano que nasceu esta minha “Lua”... (obg Lita por teres partilhado comigo esse momento)
Um ano é qualquer coisa! :)...ou pelo menos fica a sensação de que consegui levar a cabo um objectivo, se assim se poderá chamar...
...e como dizia quando me despedi do blog “circum-viagem”, quando falava do mundo dos blogs...achei curioso a possibilidade de escrever o que se calhar não conseguia traduzir e manifestar na rotina diária e louca que nos preenche até há mais ínfima célula, esgotando por vezes a necessidade vital de nos escutarmos...funcionando quase como um espelho porque nos vemos retratados muitas vezes em palavras, imagens ou sons...e como espelho que seja, é uma forma de nos ouvirmos e de nos fazermos ouvir... como seres humanos temos igualmente necessidade de partilhar, ainda que essa partilha sejam apenas emoções.
E foi assim que iniciei a minha viagem lunar, sem pretensões de saber escrever, apenas com as emoções e as memórias a guiarem as palavras que nascem num papel ávido de cor e vida...
E mais um ano acaba... a necessidade de renovação, de começar de novo é algo que nos está quase intrínseco... uma “limpeza” do ano que passou é uma coisa que quase sempre sinto como importante... consequentemente faço pequenas arrumações, rasgo papéis, limpo aqui, mudo ali...como se também organizasse o meu interior que se prepara para mais um ano. Desejos são sempre formulados...eu este ano, perdoem-me a falta de originalidade mas peço apenas um grande desejo, Saúde, julgo que atrás desse virá tudo por arrasto com a mesma intensidade e o mesmo fulgor...
Sem demoras porque a família espera-me, não com fatos de gala ou muito glamour (quem sabe para o ano) :) mas com o calor da lareira e o conforto do lar ...
Só me resta agradecer a todos aqueles que me lêem e que me aturam nos piores e melhores momentos... e a todo o mundo desejar ainda um Ano 2010 com tudo o que desejarem e assim sentirem ...
Não se esqueçam das passas, do champagne, do bom-humor, dos sorrisos e claro de um docinho aqui e outro ali...( doces!...o meu doce pecado :))

terça-feira, 29 de Dezembro de 2009



"Depois da Trovoada"

Autor: Carlos Reis (1863-1940)

Ano:1891

Tipo: óleo sobre tela

Dimensões: 98x146,5cm

Pintor português nascido em 1863, em Torres Novas, e falecido em 1940, em Coimbra. Foi professor de pintura na Escola de Belas Artes de Lisboa, e foi por sua influência que se fundou a Sociedade Nacional de Belas Artes. Pintou numerosos quadros, alguns de grandes dimensões, como os painéis decorativos da Sala de Baile do Hotel do Buçaco e um retrato de D. Carlos, que se encontra no paço de Vila Viçosa. Outra obra de relevo encontra-se na Sala do Senado do Palácio de S. Bento.



segunda-feira, 28 de Dezembro de 2009

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...em dias de vento e chuva como estes deparo-me com uma realidade que verdadeiramente me enerva ... pois a verdade é que no meio de casacos, casaquinhos, camisolas, chapéu de chuva, mala, malinha, saco...e que mais, nem sei... prendem-me os movimentos e estrafegam o respirar...
Como se não bastasse a necessidade de usar roupas mais quentes, sentindo-me com camadas e num verdadeiro colete de forças...ainda há os acessórios, o chapéu de chuva que ás vezes não serve de nada, devido ao vento que o empurra e o vira do avesso, fazendo-nos sentir numa verdadeira luta contra o impossível...a mala que apesar de nova e linda, é enorme e escorrega pelo ombro constantemente devido ao casacão (foram nada mais nada menos que sete vezes que tive de a reposicionar no ombro)... e faltam mãos, faltam mãos e paciência para andar na rua apetrechada desta forma...é extenuante, isto já para não falar dos phones que se saírem do lugar ou se quiser mudar de musica, tenho de largar parte da "mercadoria" para realizar uma tão simples acção como esta... e o cabelo! Esse vê-se aflito e desconsertado à frente dos meus olhos mas não há nada a fazer... a adaptação à mala nova foi hoje uma experiência incontável, só vendo...já nem a olho com bons olhos...
E aliás, é impossível apreciar o que nos rodeia com uma atmosfera assim, venham os dias de Primavera que ainda demoram uma eternidade a chegar...